('Estamos de olhos nos bons para perdermos de vistas os maus'. Ronaldo Rhusso).
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segunda-feira, 23 de maio de 2016
quarta-feira, 18 de maio de 2016
Discurso...
Estes dois Repentes em
Redondilhas visam recordar esse ritmo gostoso e que torna aprazível a leitura e
a composição. Inspirado no gosto dos patrícios pelo Fado, deixei escapar um
pouco da luz que me veio a respeito...
O dia 18 de maio marca a visualização da cauda do Cometa Halley (1910) e o sacrifício de cerca de 4 mil frangos em Bangladesh por estarem “gripados” (2007)... Mundo doido, sô!
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quinta-feira, 21 de abril de 2016
PELOS (de ratos) - Oséas Rodrigo Rego Ferreira
Pelos povos brasileiros
De Norte a Sul, Leste e Oeste
Pelos heróis
do Nordeste
Por proletários
guerreiros
Pelo suor dos roceiros
Pelo pão
de cada dia
Pela carta de alforria
Festejada na senzala
E um Brasil que não
se cala:
Meu NãO
para a hipocrisia!
Pelos que foram findados
Nos porões
da ditadura
Aos que sofreram tortura
E aos que foram exilados
Por cada corpo chorado
Por toda mãe
que sofria
E todo pai que não
dormia
Chorando a perda de um filho
Por um país
com mais brilho:
Meu NãO
pra demagogia!
Pelos mártires
de Eldorado
Pelos milhões
de Allendes
Por Betinho, Chico Mendes
E Marighella assassinado...
Por um povo maltratado
Padecendo de agonia
Que se enche de alegria
Vendo a água
no sertão
Por nossa transposição:
Meu NãO
pra essa tirania!
Pelos que venceram a fome
Pela expansão
do REUNI
Pelas bolsas do PROUNI
Pelo FIES, pra que some
Fazendo o pobre ter nome
Que só
rico possuía
Medicina, Engenharia
Odonto, Fisio e Direito
Por um Brasil com respeito:
Meu NãO
à peniafobia!
Por Deus e por Oxalá
Por Cristo e por Maomé
Pela Umbanda e Candomblé
Por Buda e pela Torá
Por Lutero e o Orixá
Por Kardec e por Maria
Pela fé
que profecia
Por ateus e outros mais
Por sermos todos iguais:
Meu NãO
pra xenofobia!
Pelos pelos desses ratos
Eu sinto imensa vergonha
E pelos sonhos de quem sonha
Pra sempre seremos gratos!
Pelos brasis de retratos
De gente que pensa e cria
No teatro, na poesia
Na música,
esporte e na dança
Por um país
de esperança:
Meu NãO
pra essa oligarquia!
Pelos povos das favelas
Pelo nosso agricultor
A honra do professor
Mais comida nas panelas
Negros, índios:
Raças belas
Direitos da minoria
O sonho da moradia
Por nossas grandes conquistas
Por um país
sem golpistas:
MEU SIM À
DEMOCRACIA!"
Oséas
Rodrigo Rego Ferreira - Pau dos Ferros/RN
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domingo, 9 de outubro de 2011
Outro de amor...
Realidade...
Sei que anjos veem distante,
Mas cadê que eles se enxergam?
E quando suas asas vergam
Pode haver ser mais massante?
Não suporta um rasante...
Já não pode proteger
A si mesmo ou outro ser,
Pois com fim já decretado
Vai definhando calado;
Vai morrendo sem morrer.
Anjo velho e imprestável
É enfado ao Universo!
Antissocial, disperso
Do real. Que lamentável!
O passado, memorável,
Fica até envergonhado!
Fica desmoralizado
Pelo atuar escasso
Coroado de fracasso
Digno de ser lamentado...
Sobe frágil a montanha
E o olhar fica perdido
Fixo em algo já vivido:
Em uma antiga façanha
Que foi grande, foi tamanha
A ponto de ser lembrada,
Mas que já não vale nada
Porque sabe em seu eu
Que passado é pra museu
E pra alma amargurada...
Homem Raio envelhece
E se torna olvidado.
Sabe que ser rejeitado
É algo que lhe acontece
Porque de fato merece.
Sabe que não tem futuro
E que mesmo sendo duro
Escutar o coração
A dizer-lhe um outro não
É melhor que um sim escuro...
Resta-lhe olhar pra frente
Porque ele ainda tem brio
E encara a sangue frio
Sua condição recente,
Pois se é anjo é decente
Mesmo velho e dispensável.
Anjo é sempre um ser amável
E consegue até sorrir
Do inútil existir;
Tem um humor invejável!
Quando declarou amor
Uma ou outra vez na vida
Foi um sentir sem medida
Cheio do mais puro ardor
Do tipo que dói sem dor!
Para toda uma existência
Amar e com excelência
Duas vezes é tão raro
Que para encerrar declaro:
É uma linda experiência!
Ronaldo Rhusso
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quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Só ELE!
No trono do meu viver
Só reina um Ser que é mui digno,
Contudo eu nem sou condigno...
Sim, isso faz-me sofrer,
Mas sempre irei recorrer
Ao Seu bondoso socorro.
É triste, mas eu percorro
Por sendas e vales maus
E chego perto do caos!
Sem Ele é fato que morro.
Por que será que me ama
Alguém tão grande, tão terno,
Que faz Verão meu Inverno
E nada em troca reclama?
Nos meus deslizes me chama
E torna a mim novo, forro,
Pois eu “acordo” e recorro
Ao Seu perdão que não falha.
Não há qual Ele quem valha!
Sem Ele é fato que morro.
Não há amor forte assim
Capaz de se renovar
E que tem tanto p’ra dar
A quem busca ao próprio fim.
Não há qualquer bem em mim;
Do mal é que (ai!) decorro...
Pro Seu regaço eu escorro
Qual rio demais poluído
Que vai pro mar desvalido...
Sem Ele é fato que morro...
Ronaldo Rhusso
Só reina um Ser que é mui digno,
Contudo eu nem sou condigno...
Sim, isso faz-me sofrer,
Mas sempre irei recorrer
Ao Seu bondoso socorro.
É triste, mas eu percorro
Por sendas e vales maus
E chego perto do caos!
Sem Ele é fato que morro.
Por que será que me ama
Alguém tão grande, tão terno,
Que faz Verão meu Inverno
E nada em troca reclama?
Nos meus deslizes me chama
E torna a mim novo, forro,
Pois eu “acordo” e recorro
Ao Seu perdão que não falha.
Não há qual Ele quem valha!
Sem Ele é fato que morro.
Não há amor forte assim
Capaz de se renovar
E que tem tanto p’ra dar
A quem busca ao próprio fim.
Não há qualquer bem em mim;
Do mal é que (ai!) decorro...
Pro Seu regaço eu escorro
Qual rio demais poluído
Que vai pro mar desvalido...
Sem Ele é fato que morro...
Ronaldo Rhusso
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